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  • Vou começar já falando que o jogo é ótimo e simplesmente não tenho o que falar do sound design e do enredo do jogo. Acho que só você jogando pra sentir o impacto real. Contudo: Não vou mentir, adoraria demais que esse jogo tivesse mais mecânicas no quesito combate, acho que só faltou literalmente isso pra eu dar 10 em tudo. Como ele acaba sendo bem simples (e talvez alguns achem repetitivo), isso acaba por fazer o jogo não atingir o potencial total dele. Por exemplo: há bosses no jogo e há um capítulo inteiramente focado em combate. A falta de mais possibilidades de golpes (ou magias, talvez?) acabou fazendo com esses momentos não sejam tão grandiosos como deveriam. Mas claro, isso vai de cada um, não me incomodou a ponto de prejudicar a diversão, mas com certeza ela seria muuuito maior se esse tipo de coisa tivesse sido olhada com mais carinho. Claro, não é o foco do jogo, mas enfim.

  • Capa de Young Thor Foto de Samir Murilo Samir Murilo para Young Thor
    no
    PSP
    há 4 horas

    Mitologia nórdica idiota. Sei que devo estar sendo injusto por esse se tratar de um jogo do PSPMini, mas mesmo assim é bem boçal. Tirando os gráficos e áudio bons, você tem uma dinâmica absurdamente repetitiva e chata, com apenas quatro fases iguais que mudam apenas os inimigos (tirando as fases contra os chefes) e até mesmo bugs que prejudicam a gameplay (algo que eu não esperava em um jogo equivalente a um indie de hoje em dia).

  • Capa de Tell Me Why Foto de Kaizo Yarikane Kaizo Yarikane para Tell Me Why
    no
    One
    há 1 dia

    Tell Me Why é uma obra prima, dentro do gênero é um dos melhores que já joguei e uma prova definitiva de que a Dontnod Entertainment é o estúdio que sabe fazer esses jogos narrativos com temáticas meio adolescentes como ninguém. Falando em narrativa essa é facilmente uma das melhores que já vi, a construção dos personagens, a exploração do passado e a mistura e conexão entre o mundo real e o mundo fantasiado (isso dentro da realidade do jogo) é impressionante. A trilha sonora é outro ponto muito forte, o jogo possui uma pequena (infelizmente) quantidade de músicas boas, mesmo que não tenha tantas músicas no jogo. A exploração e o teor psicólogico dos personagens chega ao limite aqui nos testanto e trazendo uma conclusão pesada. Sobre a gameplay eu achei o sistema de perguntas e diálogos, alem de algumas escolhas confusas, contudo isso é minino e incapaz de diminuir a qualidade da obra de arte que esse jogo é.


  • Game muito bom! As músicas de fundo é sensacional, sua jogabilidade não incomada e o visual era bom dms para a época. Lembro que conseguir pegar todos os lendários de Kanto e fiquei muito feliz. Mewtwo era muito difícil de pegar kkkk. O jogo é muito viciante, quando finalizei, que foi um desafio, confesso que caiu uma lágrima, meu time era muito bom! algum dia eu volto a jogar de novo essa obra prima.

  • Capa de Cuphead Foto de patricia Silva patricia Silva para Cuphead
    no
    Win
    há 1 dia

    Esta análise contêm spoilers

    Eu adoro esse jogo do cuphead quero virar campeão desse jogo vou ganhar de td mundo e vou ser o rei do jogo de melhor de todos ninguém vai ganhar de mim vou bater o reculo td mundo vai ficar sem coragem de jogar comigo


  • Bom dms. As duas campanhas são muito boas joguei bastante, cheguei a zerar 5 vezes com ou sem co-po. Meus amigos sempre vinham aqui em casa jogar, ngm conseguia me segurar no modo mutiplayer kkkkk. Saudades!


  • Jogo em mundo aberto tedioso e chato. O gráfico é maravilhoso, perfeito. O som parece ser perfeito… Até você começar a perceber que todos os personagens tem a mesma voz. Bugs no decorrer da história. Sério, jogo super decepcionante com um grau de dificuldade desnecessária.


  • Talvez um pouco diferente do primeiro. Onde além de nos colocarem como jogadores nos colocam como telespectadores. É isso, o começo é devagar e até um pouco cansativo. Não entendemos muito bem o porque de novos personagens jogáveis estarem surgindo e o do porque a história segue um enredo paralelo. De início pegamos ranço da até então, antagonista musculosa Abbe. Mas quando nos colocam na visão dela e jogando com ela, entendemos. E tudo começa a fazer sentido, toda moeda tem dois lados, toda história tem duas versões. The Last Of Us II é um jogo que se aprofunda nos personagens. Isso sem falar no gráfico, no som, enfim, tudo é muito bem detalhado e feito com muito carinho. E se tiver que escolher um lado, já tenho o meu. E é ao lado da Abbe.

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