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  • Foto de Rafael Nascimento Rafael Nascimento
    no
    360
    há 3 anos

    Um jogo com uma ótima proposta mas que não foi muito bem pensado e finalizado. É bem divertido e bacana , tendo uma grande diversidade de personagens do anime , cenários e animações de golpes fenomenais ! Porém perde muita credibilidade por não ter um modo história, como os outros da franquia, e ter que escolher somente um modo de combate por vez: Despertar , Jutsu supremo ou Drive Mas ainda da pra se divertir mundo no modo "Torneio Ninja Mundial" ,com várias opções de dificuldade , e jogando no co-op ou online com os amigos (Erros corrigidos nós próximos jogos da franquia)

  • Foto de Writter_Gab Writter_Gab
    no
    PS3
    há 1 mês

    Em (quase) toda progressão de conteúdo dentro de uma franquia, sempre existe aquele ponto fora da curva, aquele capítulo que se diferencia dos demais, seja em sua proposta ou em seu conteúdo, pra melhor ou pra pior. E é claro que esse tipo de reconhecimento só é possível quando o espectador deixa de se atentar às peculiaridades de cada capítulo (isto é, no que os define de maneira individual) pra focar no que há, ou no que se espera que haja, de comum em todos eles. Com isso em mente, Ultimate Ninja Storm Revolution representa essa mudança na proposta da série, que pra uns soa como um capítulo feito de maneira desleixada (ou completamente desnecessária), e pra outros, como uma simples (e até bem-vinda) mudança de proposta e foco. Quando foi anunciado pela primeira vez, em Abril de 2014, os trailers do jogo se debruçavam sobre o conteúdo histórico dele, que apesar de detalhado, animado conforme o estilo do anime, com enredo supervisionado e personagens novos desenhados pelo próprio Masashi Kishimoto, ainda carecia do volume "grandioso", visto anteriormente em Storm 3. E por causa desse foco na divulgação, em detrimento do que foi apresentado na versão final do jogo, muitos jogadores usaram o volume de conteúdo de história do game como métrica para o seu "tamanho geral" diante da Saga, e muitos (inclusive críticos) chegaram à conclusão de que esse capítulo não passava do que deveria ou poderia ser uma DLC dos anteriores. Só um pouco mais tarde, na Anime Expo de 2014, os novos trailers de divulgação deixaram (um pouquinho mais) claro que todo o volume faltante na história seria compensado pelo que estivesse presente nos modos online, na personalização dos personagens e no novo Torneio do Mundo Ninja, carro-chefe deste título, o que ainda assim não foi suficiente para muitos fãs. Afinal, ao dar muita ênfase a um tipo específico de conteúdo, não tão volumoso, na tentativa de fazê-lo parecer maior do que é de fato (e portanto mais próximo dos títulos anteriores), toda a repulsa por este jogo, por parte de muitos fãs, acaba encontrando sua razão de ser, porque os criadores atraem pra si uma responsabilidade que sabem que não conseguirão cumprir, e uma expectativa que sabem que não vão conseguir suprir. Mas, para aqueles que resolvem focar na proposta isolada do capítulo em si, essa mudança de foco na franquia pode representar uma iniciativa bem-vinda e com uma diversidade que até pode ser apreciada. Afinal, como dito na análise de Storm Generations, os Jogos de Transição da Saga Storm se destinam a servir de campo de testes, independente do pretexto utilizado, para refinamento das mecânicas de combate. E nesse ponto em específico, é inegável admitir que o combate de Revolutions é o mais polido e mais ágil da geração PS3 e Xbox 360 (embora a presença de mudanças não tão boas vá ser pontuada depois). A continuidade de todas as melhorias anteriores de movimentação e fluidez, somadas ao cancelamento de combos com defesa ou uso de chakra, e a introdução de uma arena com 4 lutadores simultâneos, proporcionam uma experiência de luta baseada em anime com uma escala muito maior do que qualquer coisa vista anteriormente, aqui ou em gerações anteriores. Porém, é claro que nem todos os experimentos dão certo, e nem todas as iniciativas acabam sendo bem aceitas. A divisão entre os modos de Jutsu Supremo, Despertar e Suportes dinâmicos acrescentou uma limitação à jogabilidade que não existia antes, e muitos não gostaram disso. Além do mais, se o Combate já podia ser considerado muito desbalanceado por conta da dinâmica de movimentação e alcance de muitos personagens, a Quebra de Guarda agora veio como a pá de cal no rumo ao equilíbrio do combate (e embora eu tenha gostado dessa dinâmica, muitos a acharam tenebrosa, e não tiro a razão disso). Pra encerrar, considero o foco deste jogo o seu principal diferencial. Destaco a importância que ele e Generations possuem na implementação e teste das mecânicas que refinam o combate, e ressalto que, apesar dos claros deméritos e problemas, este ainda é um bom jogo nos padrões Storm.

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Sobre

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution apresenta um sistema de combate reformulado. Ele inclui novas maneiras de formar equipes com base em suas habilidades, bem como contra-ataques e quebras de guarda. O jogo também inclui um modo de torneio, onde o jogador pode lutar contra três lutadores de CPU ao mesmo tempo. Os jogadores também são capazes de personalizar personagens.

Ficha Técnica

Nome Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm Revolution
Lançamento
Plataformas Microsoft Windows PlayStation 3 Xbox 360
Gênero Luta
Modos de Jogos Um Jogador Competitivo Online Competitivo Local
Desenvolvedora CyberConnect2
Franquia Naruto
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